segunda-feira, 13 de dezembro de 2010
Ele: é, eu acho que é o fim
Ela: mas porque?
Ele: acho que não te faço mais feliz.
Ela: claro que me faz, você é tudo pra mim.
Ele: confie em mim, temos que acabar !
Ela: eu não quero !
Ele: acho que não te faço mais feliz.
Ela: claro que me faz, você é tudo pra mim.
Ele: confie em mim, temos que acabar !
Ela: eu não quero !
Ele: eu também não queria, mas te fazer feliz é o meu maior objetivo.
Ela: mas eu... (ele interrompe).
Ele: não insista.
* ele sai e caminha, como sem direção, ela chora.
Ela: mas eu... (ele interrompe).
Ele: não insista.
* ele sai e caminha, como sem direção, ela chora.
2 meses depois...
Mãe dela: Filha...
Ela: que foi mãe?
Mãe dela: sabe, tenho uma coisa pra te contar...
Ela: pois então conte.
Mãe dela: Ele... ele morreu.
Ela: Mas, do que ? (uma lágrima percorre sua face)
Mãe dela: ele tinha câncer, segundo sua mãe, a 2 meses ele foi ao médico, e ele o disse que ele só teria mais 2 meses de vida.
Mãe dela: Filha...
Ela: que foi mãe?
Mãe dela: sabe, tenho uma coisa pra te contar...
Ela: pois então conte.
Mãe dela: Ele... ele morreu.
Ela: Mas, do que ? (uma lágrima percorre sua face)
Mãe dela: ele tinha câncer, segundo sua mãe, a 2 meses ele foi ao médico, e ele o disse que ele só teria mais 2 meses de vida.
Ela: Ei, me abraça forte
Ele: Claro, amor!
Ela: Me sinto segura aos teus braços, teu calor me conforta.
Ele: Roubou minhas palavras...
Ela : Estou naquela faze, onde o que mais importa pra mim, é um amor sincero e um abraço que me dê esperanças.
Ele: AAH! então deixe comigo, porque o que sinto por você é real. Difícil de descrever. Só sentindo mesmo.
Ela: Por isso escolhi você pra ficar ao meu lado
Ela: Me sinto segura aos teus braços, teu calor me conforta.
Ele: Roubou minhas palavras...
Ela : Estou naquela faze, onde o que mais importa pra mim, é um amor sincero e um abraço que me dê esperanças.
Ele: AAH! então deixe comigo, porque o que sinto por você é real. Difícil de descrever. Só sentindo mesmo.
Ela: Por isso escolhi você pra ficar ao meu lado
Ele: Que esse amor não seja apenas um conto de fadas.
Ela; Nunca! o que sinto por você, vai além, muito além.
Ele: Eu amo você.
Ela: Eu também amo você, e muito. s2
Ela; Nunca! o que sinto por você, vai além, muito além.
Ele: Eu amo você.
Ela: Eu também amo você, e muito. s2
Ele: Estou apaixonado
Ela: Sério ?! Que lindo !
Ele: Ela também é linda.
Ela: Nossa, você está apaixonado mesmo em! Me diz, como ela é ?
Ele: Que nem você.
Ela: É mesmo ? Nem é, ela deve ser muito mais bonita. E qual o nome dela ?
Ele: O mesmo que o seu.
Ele: Ela também é linda.
Ela: Nossa, você está apaixonado mesmo em! Me diz, como ela é ?
Ele: Que nem você.
Ela: É mesmo ? Nem é, ela deve ser muito mais bonita. E qual o nome dela ?
Ele: O mesmo que o seu.
Ela: Sério ??? que coincidência !
Ele: É…
Ela: E ela sabe que você gosta dela ?
Ele: Não sei… Eu acabei de dizer, mas acho que ela ainda não percebeu.
Ele: É…
Ela: E ela sabe que você gosta dela ?
Ele: Não sei… Eu acabei de dizer, mas acho que ela ainda não percebeu.
Garoto: Eu terminei com ela.
Seu melhor amigo: O que aconteceu?
Garoto: Ela é simplesmente demais para mim.
Seu melhor amigo: O que te fez dizer isso? O que ela fez de errado?
Garoto: Bem, por um lado… Ela só se preocupava com sua aparência.Sempre demorava para se vestir! Tão insegur …
Seu melhor amigo: Então, você quebrou o coração dela, porque ela queria manter os seus olhos fechados sobre ela? Ela queria que você visse que tem a garota mais bonita e não deveria pensar de outra forma? É…
Garoto: Ah… Bem… Ela muitas vezes me manda mensagens me perguntando onde eu estou, com quem estou, me dizendo para não fumar, não beber. Ela é tão apegada!
Seu melhor amigo: Então, você quebrou o coração dela, porque ela se preocupa com seu bem estar? Porque ela se importa com você? E seu maior medo é perder você. É…
Garoto: Mas… Ah… Bem, ela sempre chorava. Ela não pode lidar com qualquer coisa. Ela é um bebê chorão!
Seu melhor amigo: Então, você quebrou o coração dela, porque ela tem sentimentos? E porque ela só queria ouvir você dizer que ama? É…
Garoto: E… Bem! Você sabe, ela tinha ciúmes. Eu mal podia falar com outras meninas! Ela é tão irritante!
Seu melhor amigo: Então, você quebrou o coração dela, porque ela só queria que você se comprometesse com ela? Ela pensou que era fiel, mas você mentiu para ela. Ela só queria que o cara que ela mais ama, amasse somente a ela. É…
Garoto: Bem, ela…
Seu melhor amigo: Você terminou com ela porque ela é boa para você? Ela só queria o melhor para você? Ela está acabada agora, porque você é egoísta. Você está orgulhoso?
Garoto: Eu quebrei seu coração… Porque eu não podia ver o que estava acontecendo… O que aconteceu comigo?
Seu melhor amigo: Você perdeu a garota que te amou como ninguém pode. Você vê? Você não queria ela quando tudo que ela sempre quis foi você. Foi o que aconteceu.
Ele: Demorou pra responder ?
Ela: Desculpa tive que ir na cozinha...
Ele: Você tava é mesmo falando com outra pessoa né? hein, hein, hein?
Ela: Amor, tu sabe que eu te amo e nao ponha caraminholas na sua cabecinha linda!
Ele: Quem é o mizerável? Qual o nome dele?
Anda Diz logo...Se não vou hackear seu MSN!
Ela: ô meu amor...para de bobeira tá?
Ele: Liga a Cam quero ver tu! Ah ta tão linda!
Epa!Para onde vc tá olhando? Pq está sorrindo? Eu num contei piada!
Pare de mentir estou Vendo o reflexo de outras janelas do Msn no seu óculos!
Ele: Você tava é mesmo falando com outra pessoa né? hein, hein, hein?
Ela: Amor, tu sabe que eu te amo e nao ponha caraminholas na sua cabecinha linda!
Ele: Quem é o mizerável? Qual o nome dele?
Anda Diz logo...Se não vou hackear seu MSN!
Ela: ô meu amor...para de bobeira tá?
Ele: Liga a Cam quero ver tu! Ah ta tão linda!
Epa!Para onde vc tá olhando? Pq está sorrindo? Eu num contei piada!
Pare de mentir estou Vendo o reflexo de outras janelas do Msn no seu óculos!
Ela: Amor que isso... Para te aloviu, meu docinho!
Ele:Tá bom meu bb mas é pq eu sinto ciúmes
Epa vejo seus dedos se mexerem ai mas não estou vendo nehuma frase na minha janela
vc continua falando com ele né?
Ahhh pra mim já chega!Tchau!
Seu contato não pode responder por que seu status parece estar OFFLINE
Ela: Amorrr, eu tava terminando um depoimento pra vc! Oraaa!
Fiz um poema e quis fazer essa surpresa..
Poxa, para de bobeira.
Ele:Tá bom meu bb mas é pq eu sinto ciúmes
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Ela: Amorrr, eu tava terminando um depoimento pra vc! Oraaa!
Fiz um poema e quis fazer essa surpresa..
Poxa, para de bobeira.
Ela queria ele ,
ele queria ela e outras; ela sofria, ele nem ligava; ela chorava, ele ria; ela falava, ele não ouvia; ele mentia, ela acreditava; ela o esperava, ele não voltava. ela queria coisa séria, ele só queria se divertir; ela demonstrava seus sentimentos, ele brincava com seus sentimentos; ela sorria pra ele, ele ria dela; ela acreditava em tudo que ele dizia, ele dizia o mesmo para αs outras; ela se iludia, ele alimentava a ilusão; ela espera por ele, ele já está em outra. ela ama, ele gosta; ela fazia tudo por ele, ele dizia não se contentar com tão pouco;
ela achava que ia dar certo, ele tinha certeza que ia dar errado; ela queria pra sempre, ele só por um momento; ela se entregava, ele evitava; ela falava: eu te amo, ele apenas sorria; ela ficava por conteúdo, ele ficava por quantidade; ela procurava o príncipe, ele procurava a próxima. ela queria "O", ele queria "UMA"; ele descobriu que ela era A ÚNICA, ela descobriu que ele era só MAIS UM.
Ela dizia eu te amo,
ele dizia eu também. Pra ela, ele era tudo em sua vida e pra ele, ela era apenas mais uma que passava em sua vida, ela o amava com todas as forças e abria mão de sair pra com ele ficar, ele talvez gostasse dela e saia todas as noites sem ela,ela enfrentava Deus e o mundo por ele,
ele nem esquentava se falassem algo, ela sentia ciúmes quando alguém falasse que ele era lindo, ele nem ligava simplesmente dizia -linda e minha-, ela se preocupava, ligava e chorava por ele, ele ria e se divertia enquanto por ele ela chorava.
Até um dia que ela se cansou e resolveu partir com muita dificuldade mais partiu, um belo dia ele se encontrou em uma festa com ela e viu como ela estava bonita, feliz e sentiu ciúmes do cara que com ela estava, ele percebeu que realmente a amava mais quando foi perceber " ERA TARDE DEMAIS " !
sábado, 27 de novembro de 2010
Era dia 7 de outubro
, Ana se lembrava bem. Como em todos os outros dias, ela se levantou, entrou embaixo do chuveiro, lavou seus cabelos, colocou uma roupa, comeu algo e foi pra escola. Quando chegou em casa, abriu seu MSN. Um convite novo. 'Aceite', pensou ela. Foi por sua intuição, sempre ia. Era um garoto, chamado Bruno. Os dois começaram a conversar. Com o tempo descobriram que gostavam das mesmas bandas, das mesmas comidas, do mesmo tudo. Tinha quase tudo em comum, exceto uma coisa: a cidade. O garoto morava em Londres. A garota, em Bolton, uma pequena cidade ao sul da Inglaterra. Eles começaram a conversar mais e mais. Cada dia mais, cada vez mais. A mãe de Ana achou que estava viciada em internet, o que realmente estava. Ela estava certa, Ana não podia contrariá-la. A garota era apenas muito preocupada com seu futuro, não deixava de fazer lições de casa para entrar no computador. Mas assim que acabava, ligava logo o aparelho. Era também o caso de Bruno...
O garoto sempre que chegava da escola deixava o computador ligado, com o Messenger aberto. Desligava a tela do computador, e fazia a lição. Sempre tinha pouca, então ficava esperando Ana, até 6 da tarde, que era quando a garota entrava, mais ou menos.
Os dois começaram a conversar aos 17 anos, e foi assim. No começo dos 18 anos, aconteceu a coisa mais esperada pras amigas de Ana (sim, porque as amigas sabiam de tudo, e esperavam há cerca de 9 meses algo acontecer): Bruno a pediu em namoro.
E foi assim, se conheceram por um computador, namoravam por um computador. O que os dois tinham era maravilhoso. Uma coisa que as amigas de Ana jamais haviam experimentado, ou ouvido falar. Nem mesmo na ‘vida real’. Eles confiavam um no outro mais que qualquer casal que todas as amigas de Ana já tinham visto, ou ouvido falar. Isso requer, realmente, muita confiança. E eles se amavam. Quando as amigas de Ana passavam o dia na casa da garota, elas viam a conversa. Elas conseguiam sentir o amor.
Eles estavam completos e irrevogavelmente apaixonados. Não havia nada que mudaria aquilo. O tempo passou, os dois ficavam mais apaixonados a cada dia (o que ia totalmente contra as idéias de Marcela, amiga de Ana. A garota pensava que a cada dia que se passasse, a tendência era o amor se esvair. Eles provaram que estava errada). Todo dia de manhã, na hora da aula dos dois, Bruno ligava para a garota. A acordava, para começarem o dia com a voz um do outro. Um dia o garoto apareceu com a boa notícia: ele conseguiria ir para Bolton. Passaria um dia lá, pois viajaria.
Eles se encontraram à noite, em frente à ex-escola de Ana. Ela conversou com o garoto. Ana não quis beijá-lo.
- Vou ficar dependente de você. Sei que você é uma droga pra mim, é viciante. Então se eu te beijar hoje, não vou conseguir ficar mais um minuto longe de você. A gente vai se reencontrar. E ai, vamos ficar juntos pra sempre.
Eles se encontraram à noite, em frente à ex-escola de Ana. Ela conversou com o garoto. Ana não quis beijá-lo.
- Vou ficar dependente de você. Sei que você é uma droga pra mim, é viciante. Então se eu te beijar hoje, não vou conseguir ficar mais um minuto longe de você. A gente vai se reencontrar. E ai, vamos ficar juntos pra sempre.
Ela disse e o abraçou. Com mais força do que já abraçou outra pessoa. E o garoto se contentou em encostá-la. Ele sabia que o que Ana estava falando era verdade. Eles IRIAM se encontrar. E IRIAM passar o resto da vida juntos. Ele tinha certeza que ela era o amor da vida dele. Bom, agora a ‘maldita inclusão digital’ se transformou na melhor maldita inclusão digital.
O tempo passou rápido quando eles estavam juntos. Se divertiram muito, e Bruno gostou da simpática cidade da sua namorada. Ele foi embora no dia seguinte, cedo demais para conseguirem se despedir.
O tempo passou, e o amor dos dois só ia aumentando. Passaram-se 6 meses desde que Ana tinha conhecido seu namorado pessoalmente, e Marcela ainda não entendia por que eles não tinham se beijado.
- Any, você já parou pra pensar que pode ter sido uma chance única?! Você foi idiota, você sabe disso, né? – A garota dizia, sempre culpando Ana.
Mas ela sabia o que era melhor pra ela. Já tinha cansado de explicar para Marcela. Não explicaria mais uma vez. Haviam 9 meses que os dois namoravam, e um ano que se conheciam.
O tempo passou rápido quando eles estavam juntos. Se divertiram muito, e Bruno gostou da simpática cidade da sua namorada. Ele foi embora no dia seguinte, cedo demais para conseguirem se despedir.
O tempo passou, e o amor dos dois só ia aumentando. Passaram-se 6 meses desde que Ana tinha conhecido seu namorado pessoalmente, e Marcela ainda não entendia por que eles não tinham se beijado.
- Any, você já parou pra pensar que pode ter sido uma chance única?! Você foi idiota, você sabe disso, né? – A garota dizia, sempre culpando Ana.
Mas ela sabia o que era melhor pra ela. Já tinha cansado de explicar para Marcela. Não explicaria mais uma vez. Haviam 9 meses que os dois namoravam, e um ano que se conheciam.
Eles se amavam muito, mais que qualquer pessoa que as amigas e amigos do casal já tinha visto. Um dia, Bruno apareceu com a notícia: ele conseguiu uma bolsa em uma faculdade em Bolton, e se mudaria para a cidade tão desejada.
Ana se chocou com isso. Por semanas se perguntou se sacrificaria o tanto que o garoto iria sacrificar por ele. Mas ela não era a maior fã de pensamento. Isso a fez mal.
- Any, deixa de ser besta. Você o ama, até eu posso perceber isso! E você sabe, eu não sou a pessoa mais esperta do mundo. – Marcela disse, encorajando a amiga.
- Eu sei, Marcela, mas... Ele tá desistindo da vida toda dele em LONDRES pra vir pra BOLTON! Por mim! – Ana disse – E pela bolsa que ele ganhou na faculdade, mas é mais por mim, ele me disse.
- Ana, presta atenção. – Ana olhou pra amiga. – Você não sabe quantas meninas invejam você. Não sabem mesmo. Eu, por exemplo, te invejo demais. Daria qualquer coisa pra ter um namorado como o seu .
Ana se chocou com isso. Por semanas se perguntou se sacrificaria o tanto que o garoto iria sacrificar por ele. Mas ela não era a maior fã de pensamento. Isso a fez mal.
- Any, deixa de ser besta. Você o ama, até eu posso perceber isso! E você sabe, eu não sou a pessoa mais esperta do mundo. – Marcela disse, encorajando a amiga.
- Eu sei, Marcela, mas... Ele tá desistindo da vida toda dele em LONDRES pra vir pra BOLTON! Por mim! – Ana disse – E pela bolsa que ele ganhou na faculdade, mas é mais por mim, ele me disse.
- Ana, presta atenção. – Ana olhou pra amiga. – Você não sabe quantas meninas invejam você. Não sabem mesmo. Eu, por exemplo, te invejo demais. Daria qualquer coisa pra ter um namorado como o seu .
Vocês confiam tanto um no outro, e se amam tanto. Eu tenho até nojo de ficar no quarto com você quando você ta conversando com ele. É um amor que se espalha no ar, que nossa senhora! Eu consigo sentir os coraçõezinhos explodindo pelo quarto. Ai fica tudo rosa, e você fica com uma cara de sonho realizado pro computador! Any, pára de subestimar o que você tem. Deixa de ser idiota.
- Você é um amor, sabia? Marcela, não sei. Não dá. Eu não desistiria de tanto por ele, e eu acho injusto ele desistir de tanto por mim.
Marcela bufou. Porque a amiga tinha que ser tão burra?
Meses se passaram, o tempo passava rápido. Ana não terminaria o namoro por messenger, frio demais. Ela esperaria o namorado chegar.
A garota tentava adiar o máximo possível, por mais que quisesse ver o garoto de novo. Ele tinha um cabelo lindo, e olhos mais ainda. Ana conseguiria ser invejada por todas as garotas da cidade se fosse vista com ele. Mas ela não queria inveja. Queria seguir o seu coração.
Quanto mais Ana queria adiar a situação, mais as horas corriam, e com elas os dias, as semanas, as quinzenas, os meses. O ano.
Chegou o dia; Ana esperou o seu futuro-ex-namorado onde se encontraram meses atrás.
Ela negou o beijo mais uma vez. O namorado ficou sem entender, mas aceitou.
- Olha, eu tenho que conversar com você.
- Diga. – Bruno sorriu.
- Quando você me disse ‘Vou me mudar pra Bolton’, eu fiquei feliz. Mais feliz que já fiquei há muito tempo. Mas depois eu comecei a pensar se faria o que você ta fazendo por mim. Você desistiu de toda sua vida em Londres, Bruno.
- Eu sei. Pelo melhor motivo na face da Terra.
- Não, não é. Eu sinto que eu não to sendo justa com você. E sem ser justa com você, eu não sou justa comigo. Eu não sei se eu faria o que você fez. Eu acho que não. Eu sou egoísta demais, eu não sei. Não quero mais ser injusta com ninguém, não quero dormir pensando isso. Há meses eu penso nisso, e fico com peso na consciência. E, de verdade, eu não sei se seu amor é o suficiente pra mim. – A garota disse e virou as costas.
- Você é um amor, sabia? Marcela, não sei. Não dá. Eu não desistiria de tanto por ele, e eu acho injusto ele desistir de tanto por mim.
Marcela bufou. Porque a amiga tinha que ser tão burra?
Meses se passaram, o tempo passava rápido. Ana não terminaria o namoro por messenger, frio demais. Ela esperaria o namorado chegar.
A garota tentava adiar o máximo possível, por mais que quisesse ver o garoto de novo. Ele tinha um cabelo lindo, e olhos mais ainda. Ana conseguiria ser invejada por todas as garotas da cidade se fosse vista com ele. Mas ela não queria inveja. Queria seguir o seu coração.
Quanto mais Ana queria adiar a situação, mais as horas corriam, e com elas os dias, as semanas, as quinzenas, os meses. O ano.
Chegou o dia; Ana esperou o seu futuro-ex-namorado onde se encontraram meses atrás.
Ela negou o beijo mais uma vez. O namorado ficou sem entender, mas aceitou.
- Olha, eu tenho que conversar com você.
- Diga. – Bruno sorriu.
- Quando você me disse ‘Vou me mudar pra Bolton’, eu fiquei feliz. Mais feliz que já fiquei há muito tempo. Mas depois eu comecei a pensar se faria o que você ta fazendo por mim. Você desistiu de toda sua vida em Londres, Bruno.
- Eu sei. Pelo melhor motivo na face da Terra.
- Não, não é. Eu sinto que eu não to sendo justa com você. E sem ser justa com você, eu não sou justa comigo. Eu não sei se eu faria o que você fez. Eu acho que não. Eu sou egoísta demais, eu não sei. Não quero mais ser injusta com ninguém, não quero dormir pensando isso. Há meses eu penso nisso, e fico com peso na consciência. E, de verdade, eu não sei se seu amor é o suficiente pra mim. – A garota disse e virou as costas.
Foi andando para a sua casa. E ao contrario de momentos tristes clichês (n/a: eu odeio clichês), não estava chovendo. O céu estava azul, o sol brilhava, como raramente acontecia em Bolton. Mas o que estava dentro de Bruno (e de Ana) não era assim tão brilhante.
Para Ana chegar em casa, tinha de passar pela frente da casa de Marcela – era esse o motivo de um sempre estar na casa da outra; elas moravam lado a lado. A garota passou correndo, chorando, enquanto Marcela estava na janela. Marcela saiu correndo de casa – ignorando completamente o estado critico em que se encontrava: blusa dos ursinhos carinhosos, cabelo preso em um rabo-de-cavalo mal ajeitado, short curto de florzinhas e pantufas do tigrão – indo logo para a casa da amiga. Ela bateu a campainha, e a mãe da amiga atendeu. Disse que podia subir as escadas, Ana estava em seu quarto.
Marcela subiu correndo, tropeçou, quase caiu 3 vezes – ‘Malditas escadas enormes’, pensava – mas chegou ao quarto em segurança (lê-se sem sangue escorrendo pela cara).
- Any! O que foi, amor? – A garota encontrou a amiga deitada, chorando em sua cama.
- O Bruno! – Ana não conseguia falar direito. Por essa mini-frase Marcela tinha entendido. Não tinha mais Ana e Bruno pra sempre e sempre e sempre e sempre. Agora era Ana.
Para Ana chegar em casa, tinha de passar pela frente da casa de Marcela – era esse o motivo de um sempre estar na casa da outra; elas moravam lado a lado. A garota passou correndo, chorando, enquanto Marcela estava na janela. Marcela saiu correndo de casa – ignorando completamente o estado critico em que se encontrava: blusa dos ursinhos carinhosos, cabelo preso em um rabo-de-cavalo mal ajeitado, short curto de florzinhas e pantufas do tigrão – indo logo para a casa da amiga. Ela bateu a campainha, e a mãe da amiga atendeu. Disse que podia subir as escadas, Ana estava em seu quarto.
Marcela subiu correndo, tropeçou, quase caiu 3 vezes – ‘Malditas escadas enormes’, pensava – mas chegou ao quarto em segurança (lê-se sem sangue escorrendo pela cara).
- Any! O que foi, amor? – A garota encontrou a amiga deitada, chorando em sua cama.
- O Bruno! – Ana não conseguia falar direito. Por essa mini-frase Marcela tinha entendido. Não tinha mais Ana e Bruno pra sempre e sempre e sempre e sempre. Agora era Ana.
A garota aprendeu a viver com a dor. Passaram-se 5 anos, Bruno estava formado em direito, era um advogado de sucesso, ainda morando em Bolton – nunca largaria a cidade que abrigava seu, ainda, maior amor. Ana era uma fotógrafa de sucesso, ganhava a vida fotografando famosos de todo mundo – mas não saíra de Bolton também, amava a cidade com todas e cada fibra de seu ser.
Bruno era melhor amigo de Ana, Ana era melhor amiga de Bruno. Ana tinha um noivo, um executivo de sucesso, que vivia de Londres pra Bolton, de Bolton pra Londres. Já Bruno sabia: por mais que tentasse achar alguém igual à Ana, não conseguiria. Só ela seria o amor da sua vida, que ele amava excepcionalmente. Nunca iria mudar.
Bruno era melhor amigo de Ana, Ana era melhor amiga de Bruno. Ana tinha um noivo, um executivo de sucesso, que vivia de Londres pra Bolton, de Bolton pra Londres. Já Bruno sabia: por mais que tentasse achar alguém igual à Ana, não conseguiria. Só ela seria o amor da sua vida, que ele amava excepcionalmente. Nunca iria mudar.
Ana iria passar algum tempo fora da cidade, iria para a capital, fotografar uma banda inglesa. Iria dirigindo à Londres – depois de tanto custo para tirar a carteira de motorista, agora queria mostrar ao mundo que tinha um carro e sabia guia-lo.
Um carro. Dia chuvoso. Pista dupla. Um caminhão. Visão confundida. Bebida em excesso. No que isso poderia resultar? Não em uma coisa muito boa, com certeza. O caminhão bateu de frente com o carro de Ana. Ela não estava muito longe de Bolton, portanto ela foi levada para um hospital na cidade. O seu noivo, por sorte, estava em Bolton. Foi avisado, depois os pais, Marcela. E por ultimo, Bruno.
Ele se apressou em chegar ao hospital que Ana estava internada. Ele chegou antes mesmo de Felipe, noivo da garota. Bruno andou por corredores com luzes fluorescentes fracas, brancas, o que aumentava a aflição dele.Como estaria Ana? A SUA Ana? Ele nunca imaginou nada de mal acontecendo à SUA Ana. Ela sempre seria dele, amiga ou namorada. Seria dele.
Achou o quarto em questão, 842. Abriu a porta com cautela, e viu a imagem mais horrível que jamais poderia ter imaginado: Ana, sua Ana, deitada em uma cama de hospital, com ferimentos por todo o rosto e braços – as únicas partes de seu corpo que estavam aparentes. Ele chorou. Não queria ver a pessoa que ele mais amava em todo o universo daquele estado. ‘Frase clichê’, pensou, ‘mas porque não eu?’. As lágrimas caiam com força. Ele saiu do quarto com a visão embaçada pelas lágrimas; não sabia o que podia fazer.Ele foi para o lugar do hospital em que se era permitido fumar, e fez uma coisa que não fazia desde que tinha conhecido Ana: acendeu um cigarro. Começou a fumar, e ficou sozinho lá, encarando a parede. Imaginando se teria sido diferente se ele tivesse continuado em Londres. Ele lembrava, foi quem apoiou o curso de fotografia.
Um carro. Dia chuvoso. Pista dupla. Um caminhão. Visão confundida. Bebida em excesso. No que isso poderia resultar? Não em uma coisa muito boa, com certeza. O caminhão bateu de frente com o carro de Ana. Ela não estava muito longe de Bolton, portanto ela foi levada para um hospital na cidade. O seu noivo, por sorte, estava em Bolton. Foi avisado, depois os pais, Marcela. E por ultimo, Bruno.
Ele se apressou em chegar ao hospital que Ana estava internada. Ele chegou antes mesmo de Felipe, noivo da garota. Bruno andou por corredores com luzes fluorescentes fracas, brancas, o que aumentava a aflição dele.Como estaria Ana? A SUA Ana? Ele nunca imaginou nada de mal acontecendo à SUA Ana. Ela sempre seria dele, amiga ou namorada. Seria dele.
Achou o quarto em questão, 842. Abriu a porta com cautela, e viu a imagem mais horrível que jamais poderia ter imaginado: Ana, sua Ana, deitada em uma cama de hospital, com ferimentos por todo o rosto e braços – as únicas partes de seu corpo que estavam aparentes. Ele chorou. Não queria ver a pessoa que ele mais amava em todo o universo daquele estado. ‘Frase clichê’, pensou, ‘mas porque não eu?’. As lágrimas caiam com força. Ele saiu do quarto com a visão embaçada pelas lágrimas; não sabia o que podia fazer.Ele foi para o lugar do hospital em que se era permitido fumar, e fez uma coisa que não fazia desde que tinha conhecido Ana: acendeu um cigarro. Começou a fumar, e ficou sozinho lá, encarando a parede. Imaginando se teria sido diferente se ele tivesse continuado em Londres. Ele lembrava, foi quem apoiou o curso de fotografia.
- Ah, cara... – Ana chegou se lamentando.
- Que foi, Any? – Bruno sorriu.
- Eu tenho que escolher o que eu vou fazer da vida, mas... É difícil demais!
- Eu sei bem como é... Porque não tenta fotografia? – Bruno apontou para a máquina digital, que agora estava nas mãos da garota. – Eu sei que você adora tirar fotos.
- Bruno, sabia que você é um GÊNIO? – Ana sorriu e abraçou o melhor amigo. SEU melhor amigo.
Se ele não tivesse sugerido o curso, Ana não estaria no hospital à essa hora. Os pensamentos profundos do garoto foram cortados quando a porta se abriu, fazendo o garoto estremecer.
- Ah, que susto, doutor. – Bruno se virou.
- Desculpe. Você é Bruno, certo?
- Certo.
- Bom, você tem bastante contato com Ana, certo? – Bruno balançou a cabeça positivamente. – Nesse caso, eu sinto muito. Para sobreviver, a Ana precisaria de um coração novo.
A lista de espera por um coração é grande, e não sei se ela conseguirá sobreviver até chegar sua vez de receber um novo coração.
- Que foi, Any? – Bruno sorriu.
- Eu tenho que escolher o que eu vou fazer da vida, mas... É difícil demais!
- Eu sei bem como é... Porque não tenta fotografia? – Bruno apontou para a máquina digital, que agora estava nas mãos da garota. – Eu sei que você adora tirar fotos.
- Bruno, sabia que você é um GÊNIO? – Ana sorriu e abraçou o melhor amigo. SEU melhor amigo.
Se ele não tivesse sugerido o curso, Ana não estaria no hospital à essa hora. Os pensamentos profundos do garoto foram cortados quando a porta se abriu, fazendo o garoto estremecer.
- Ah, que susto, doutor. – Bruno se virou.
- Desculpe. Você é Bruno, certo?
- Certo.
- Bom, você tem bastante contato com Ana, certo? – Bruno balançou a cabeça positivamente. – Nesse caso, eu sinto muito. Para sobreviver, a Ana precisaria de um coração novo.
A lista de espera por um coração é grande, e não sei se ela conseguirá sobreviver até chegar sua vez de receber um novo coração.
Como poderia viver em um mundo sem Ana?! Saiu do lugar. Não podia esperar as coisas acontecerem, e ele ser egoísta e ficar em seu mundo, fumando até Ana ir pra outro lugar. Ele pegou um papel, uma caneta e escreveu um endereço, e um horário, uma hora depois daquilo. Entregou para o noivo de Ana, que agora estava na sala de espera.
- Já foi vê-la? – Perguntou Bruno. O noivo negou com a cabeça.
Ele saiu andando, saiu do hospital. Foi para seu escritório, pegou 3 papéis grandes e digitou 3 cartas. Uma para os pais. Uma para Ana. E uma sobre os desejos que tinha.Ele tomou um remédio depois disso. E dormiu, lenta e serenamente, dormiu. Não acordaria mais. Quando o noivo de Ana chegou, encontrou Bruno deitado no chão, sem pulso. Estava morto. Em cima da mesa, 3 cartas. Um recado para ele: "Eu não gosto de você. Nunca vou gostar. Mas mesmo assim, você tem que fazer algo que não poderei fazer. Leve meu corpo para o hospital, com essa carta em cima dele. A carta que está em cima das outras.
Assim acabava a carta. Felipe não acreditava no que lia. Não acreditou, e nem precisava. Correu para o hospital em seu carro. Ele entregou a carta e o corpo do homem, que agora estava ainda mais branco. Aconteceu na hora; o coração dele foi tirado e levado para Ana. Quando ela acordou, não muito depois, viu os pais dela, seu noivo e os pais do namorado de 6 anos atrás. Eles sorriam e choravam; ela não entendeu. Foi quando viu a carta com a letra dele, escrito o nome dela. Ela pegou a carta e leu, então. "Meu amor, bom dia. É hora de acordar. Eu não pude te ligar hoje, você estava ocupada. Por isso deixei essa carta. Sabe, eu não vou estar ai por um bom tempo, as pessoas sabem quando a sua hora chega. E eu aceitei a minha com a mesma felicidade que eu tinha quando te vi na frente da sua escola. A minha hora chegou quando seu fim estava próximo.Eu te prometi que te protegeria de tudo e qualquer coisa que acontecesse, e mesmo sem chamar, eu estive lá. Desta vez não me chamou, quis resolver sozinha, eu não podia deixar. Eu resolvi dar um fim então. Eu estava ficando cansado, o trabalho pesava demais. Mas porque agora? Eu não sei. Mas não teria sentido eu viver em um mundo que você não existe. Então eu decidi ir antes e ajeitar as coisas. Pra daqui a alguns anos nós conversarmos aqui na minha nova casa. Agora eu tenho que ir, meu amor. Esse coração no teu peito, esse coração que bate no teu peito. É o mesmo coração que está inundado do amor que você disse não ser o suficiente. É o mesmo coração que lhe dava amor todo dia. Por favor, cuide bem dele. Agora eu preciso ir, preciso descansar um pouco. Eu vou estar sempre contigo.
Eu te amo !
PS: Não sei se vou conseguir te acordar amanhã. Você me perdoa por isso?"
Então ela chorou. Chorou e abraçou os pais, os pais dele. Chorou como nunca, e tremia por tantas emoções passarem por seu corpo. Ana encarou o noivo. Terminou o noivado naquele dia. Não adiantava esconder algo que estava na cara: ela amava Bruno, e seria sempre o SEU Bruno. ELE era o homem de sua vida, não Felipe. O homem que sempre esteve lá, amando-a ao máximo. Em qualquer momento.
Ela chorou muito, e seguiu a vida. Todos os dias ela lembrava de Bruno. Viver em um mundo sem ele não fazia sentido. Mas não desperdiçaria todo o amor e que estava dentro dela. Ela podia sentir seu coração batendo. Ela lembrava a cada momento, que mesmo separados eles estavam juntos. Mas apenas uma coisa fazia seu coração se apertar, se contorcer de dor. Que fazia uma lágrima se escorrer sempre que pensava nisso.
Ela sentia falta daqueles beijos. Dos beijos que foram negados. Mas ela foi feliz. Morreu com seus oitenta e tantos anos. Mas era sempre feliz. Afinal,
O coração do homem de sua vida batia dentro dela.
PS: Não sei se vou conseguir te acordar amanhã. Você me perdoa por isso?"
Então ela chorou. Chorou e abraçou os pais, os pais dele. Chorou como nunca, e tremia por tantas emoções passarem por seu corpo. Ana encarou o noivo. Terminou o noivado naquele dia. Não adiantava esconder algo que estava na cara: ela amava Bruno, e seria sempre o SEU Bruno. ELE era o homem de sua vida, não Felipe. O homem que sempre esteve lá, amando-a ao máximo. Em qualquer momento.
Ela chorou muito, e seguiu a vida. Todos os dias ela lembrava de Bruno. Viver em um mundo sem ele não fazia sentido. Mas não desperdiçaria todo o amor e que estava dentro dela. Ela podia sentir seu coração batendo. Ela lembrava a cada momento, que mesmo separados eles estavam juntos. Mas apenas uma coisa fazia seu coração se apertar, se contorcer de dor. Que fazia uma lágrima se escorrer sempre que pensava nisso.
Ela sentia falta daqueles beijos. Dos beijos que foram negados. Mas ela foi feliz. Morreu com seus oitenta e tantos anos. Mas era sempre feliz. Afinal,
O coração do homem de sua vida batia dentro dela.
sábado, 30 de outubro de 2010
God Of War
Vícioo , de Dayane Bra'z !
God of War (“Deus da Guerra”) é um jogo (na verdade, é uma série de jogos) para PlayStation. Certamente é um dos melhores jogos de ação e aventura para o console (se não, o melhor)! Pode perguntar para alguém que você conheça que tem um PS2 ou PSP se ele não acha o God of War sensacional (dos games que já joguei para PS2, God of War e Shadow of the Colossus são os melhores)!
O enredo conta a história do general espartano Kratos que, no começo do jogo, se encontra à beira da morte depois de uma derrota em batalha. Ele faz um pacto com Ares – o deus grego da guerra e razão do título do jogo – nos seguintes termos: Kratos daria sua alma ao deus em troca da morte de seus inimigos. As condições do acordo são cumpridas, mas acabam levando à morte da esposa e filha do herói por suas próprias mãos. Apartir daí Kratos começa a ter memórias da noite em que matou sua mulher e filha, e ele quer acabar com este tormento, realizando sua última tarefa para os deuses do Olimpo. Destruir Ares, com a ajuda de sua vontade de se vingar.Versados no tema reconhecerão alguns dos mais famosos personagens da mitologia grega, entre os quais Artemis, Medusa, Hades, Afrodite, Atena, Poseidon e Zeus. Naturalmente, os inimigos vêm da mesma fonte, e monstros como ciclopes, minotauros, harpia, hidras e outras criaturas lendárias serão obstáculos para o jogador.
Filme de God of War
E é com muita alegria e satisfação que escrevo este artigo para informar que vai sair o filme de God of War! Isto, mesmo! Os fãs, como eu, além de passarmos horas e horas ajudando Kratos (o protagonista do game) a desvendar os mistérios e dar porrada em todo mundo que aparece pela frente (não necessariamente nesta ordem), agora poderemos conferir um filme sobre God of War!
A produção do filme é de Charles Roven que, dentre muitos outros, produziu filmes como The Brothers Grimm, Batman Begins e The Dark Knight.
Há ainda um certo mistério quanto a escolha do ator que interpretará Kratos. Alguns apontam para Dominic Purcell (que fez Blade: Trinity e atualmente participa de Prison Break); outros, para Djimon Hounsou (que já fez, dentre outros filmes, Gladiador, Constantine e Diamante de Sangue). Alguns outros, também, chegaram a indicar Vin Diesel para o papel de Kratos!
Esse aqui é o Vídeo do Filme God of War ~ Vc'z vão curtir demaiis (!
8) ~ té maiis !
By : Dayane F.
sexta-feira, 29 de outubro de 2010
Deyse Vasconcelos '
Poetisa Deyse Vasconceloos :
(...)
- Eu gosto tanto do som das palavras, do suspense qe cada dia me traaz. Mas escrevo, pqee sinto qe posso compartilhar com o mundo minhas emoções.
Eu ainda qero um pedaço do titanic, eu ainda vou sentir o cheiro do maar, um dia encontrarei um amor inesqecível.Quero um beijo de chuva, uma declaração em público, só qero salvar a vida de uma pessoa amada, entrar descalça na igreja no dia do meu casamento, e beijar alguém do passado antes de casar, para ter certeza qe fiiz a escolhaa certa.
Eu quero e eu posso sonhaar !
Muitas das coisas qe qero são simplees, outras nem tanto.Só qero ser feliiz, morrer tranquila e realizada, sem arrependimentos. Chegar lá em cima e dizeer: Obrigada meeu Deus, fiz uma viagem maravilhosa.
No meio de tantas coisas bobas, tenho objetivoos lindos prá venceer. Posso ser só uma garota ingênua qerendo brincar de "Era Uma Vez". Mas ninguém pode me tirar o direito de sonhar. O mundo pode me fazer sentir um gosto amargo na boca, mas ainda siim, sentireii o cheiro docee dos sonhos .
Autora : Deyse Vasconcelos Freitas .
(...)
- Eu gosto tanto do som das palavras, do suspense qe cada dia me traaz. Mas escrevo, pqee sinto qe posso compartilhar com o mundo minhas emoções.
Eu ainda qero um pedaço do titanic, eu ainda vou sentir o cheiro do maar, um dia encontrarei um amor inesqecível.Quero um beijo de chuva, uma declaração em público, só qero salvar a vida de uma pessoa amada, entrar descalça na igreja no dia do meu casamento, e beijar alguém do passado antes de casar, para ter certeza qe fiiz a escolhaa certa.
Eu quero e eu posso sonhaar !
Muitas das coisas qe qero são simplees, outras nem tanto.Só qero ser feliiz, morrer tranquila e realizada, sem arrependimentos. Chegar lá em cima e dizeer: Obrigada meeu Deus, fiz uma viagem maravilhosa.
No meio de tantas coisas bobas, tenho objetivoos lindos prá venceer. Posso ser só uma garota ingênua qerendo brincar de "Era Uma Vez". Mas ninguém pode me tirar o direito de sonhar. O mundo pode me fazer sentir um gosto amargo na boca, mas ainda siim, sentireii o cheiro docee dos sonhos .
Autora : Deyse Vasconcelos Freitas .
βrส'ჴ
Famíliaa PRIMOGENITAA de Capitão Enéeas ) *
> Poorquê independente da camisa que vestimos, da turma qeandamos, dos erros qe cometemos, e das opiniões totalmente opostaas , na vida a gente tem mais que AMIGAS,
- na vida a gente tem PARCEIRAS ! ♥
-Dayane βrส'ჴ
-Aninha βrส'ჴ
-Romária βrส'ჴ
-Lorenna βrส'ჴ
-Evelyn βrส'ჴ
-Gislaine βrส'ჴ
-Alessandra βrส'ჴ
Famíliaa PRIMOGENITAA de Capitão Enéeas ) *
> Poorquê independente da camisa que vestimos, da turma qeandamos, dos erros qe cometemos, e das opiniões totalmente opostaas , na vida a gente tem mais que AMIGAS,
- na vida a gente tem PARCEIRAS ! ♥
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-Aninha βrส'ჴ
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